sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

FILMES EM ESPANHOL ( SESSÃO PIPOCA )




ASSISTA ESTES FILMES PARA TREINAR A AUDIÇÃO E O VOCABULÁRIO

El Cid 

El Cid é um filme ítalo-estadunidense de 1961, do gênero drama histórico e épico, dirigido por Anthony Mann.Parte do filme foi rodada no Castelo de Peníscola.
O filme apresenta a saga do lendário herói espanhol El Cid, que se notabilizou nas lutas contra os mouros no século XI.

 Elenco principal

Fonte: Wikipédia

https://www.youtube.com/watch?v=pWt1cFr56Ys
CLICK NA IMAGEM PARA ASSISTIR




 Todo és Mentira - de Pedro Almodovar


Todo é mentira (Tudo é uma mentira) é um filme de comédia Espanhol 1994 escrito e dirigido por Álvaro Fernández Armero e estrelado por Penelope Cruz, Coque Malla e Jordi Molla.   É o primeiro de uma série de dois filmes com "The Game Truth "(Verdade ou Desafio), sendo o último filme. Ambos os filmes explorar as complexidades das relações que incluem compromisso e a verdade nua e crua.

 

 Todo es mentira.jpg

 

 

BAIXE UMA GRAMÁTICA DA LÍNGUA ESPANHOLA-GRÁTIS















APRENDER ESPANHOL ATRAVÉS DE JOGOS



Aluna de Letras cria blog lúdico para o ensino de Espanhol


Com apenas 19 anos, Jade Neves coloca no espaço virtual experiências de uma década                 

16 de Setembro de 2012
Jhonathan Pino - jornalista


Foi em maio de 2011 que Jade Neves resolveu reunir em um blog todas as suas experiências no ensino da língua espanhola. Aquí Hablamos é um espaço virtual com jogos, filmes, dicas de sites e músicas voltadas para o ensino e aprendizagem da língua latina. Apesar de possuir 19 anos e de estar apenas em seu terceiro período do curso de Letras da Universidade Federal de Alagoas, a aluna semanalmente auxilia seus amigos interessados pelo idioma com ferramentas lúdicas de aprendizagem.
A ideia de criar o blog teve início quando ela tinha 15 anos e já passava suas primeiras instruções na língua para amigos de redes virtuais. “Há mais ou menos quatro anos, depois de pedidos de alguns colegas do site Livemocha, eu comecei a dar aulas online, tanto de espanhol como de português para estrangeiros. Então eu elaborava material e mandava para eles. Mas como estava perto de fazer o vestibular, tudo começou a ficar muito pesado para mim, então eu tive que parar por um tempo”, lembrou Neves.
Apesar de ser professora ainda em fase prematura, já havia seis anos que Jade se familiarizava com a língua espanhola. O Livemocha, sitío citado por ela, que oferta aprendizagem gratuita e colaborativa de diversas línguas, lhe proporcionou os primeiros contatos com pessoas de outras nações. Logo, muitos dos contatos viraram amigos e continuaram a aprender com o auxílio dela, a partir de outras ferramentas, como o Skype.
Foco nos alunos das Casas de Cultura
Jade teve sua primeira experiência em sala de aula em 2011 no Projeto Casas de Cultura no Campus. A partir de então ela passou a colocar no espaço muito do conteúdo que era dado nas suas aulas. Laureny Lorenço, coordenadora do projeto, relata que as atividades lúdicas são importantes para a motivação no processo de aprendizagem dos alunos.
“Há, atualmente, muitos espaços virtuais para a aprendizagem de idiomas. Muitos deles estão vinculados a cursos livres, ou escolas de idiomas. No entanto, os que mais me interessam são os criados para públicos “reais”. O que seria isso? Por exemplo, o “Aquí Hablamos” teve seu projeto pensado para os alunos da professora Jade e, como está muito bem elaborado, foi atraindo outras pessoas, não só os próprios alunos dela”, relatou Laureny.
Auxílio aos professores
Como forma de ajudar professores, Neves disponibilizou conteúdo específico para a categoria, como dicas de dinâmica e gramática. “Na verdade, está tudo muito conectado. Muitas coisas que eu preparo para alunos, também são interessantes para professores, como os jogos e atividades. Tanto os alunos podem baixar e usar em casa, para treinar o que aprenderam, e os professores podem levar para usar na sala de aula”.
Para Laureny, apesar destes espaços virtuais terem muito êxito com pessoas autodidatas, o auxílio dos professores é essencial. “Eu penso que para algumas pessoas, os chamados autodidatas, pode sim funcionar, ter eficácia. Porém, para a grande maioria dos estudantes de idiomas, o contato com o professor, com o ambiente da sala de aula e com a troca interpessoal, é o mais importante e mais eficaz quando falamos em aprendizagem de idiomas”, defendeu.






Aluna de Letras cria blog lúdico para o ensino de Espanhol
Jade Neves (centro) utiliza o blog para ampliar aprendizagem dos alunos do Projeto Casas de Cultura no Campus






SEMIÓTICA E A LÍNGUA ESTRANGEIRA



O QUE É SEMIÓTICA?

Semiótica também conhecida como semiologia, é o estudo dos signos, dos símbolos. Signos ou símbolos na forma de imagens. Por exemplo: quando vemos um sinal de trânsito, a percepção e a interpretação desse sinal são os objetos de estudo da Semiologia, ou Semiótica.A línguas estrangeiras são ensinadas ,com sucesso através deste processo.

COMO APRENDER A LÍNGUA ESTRANGEIRA ?





A imagem venceu a escrita?




LEIAM ESTES TRABALHOS ACADÊMICOS :








sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

LITERATURA ESPANHOLA


 

http://pt.slideshare.net/renatyynha/literatura-da-espanha



Literatura espanhola

Como uma das línguas mais importantes do mundo, o espanhol tem uma literatura muito rica. Aqui você vai poder aprender um pouquinho mais sobre as novelas espanholas, os dramas, os contos e a poesía.

Obras recentes em castellano

O poema épico do Mío Cid é o clássico mais importante da literatura espanhola, trata da vida e atos do héroe nacional Rodrigo Díaz de Vivar, também conhecido como Cid Campeador.
Os escritores mais importantes do século XIV foram: López de Ayala, o príncipe Don Juan Manuel, sobrinho do rei Alfonso X, cujo Livro dos exemplos do conde Lucanor e de Patronio foi o primeiro livro de contos em espanhol. e o poeta satírico Juan Ruiz.

O renascimento e a época dourada da literatura espanhola

O espírito do renascimento estava invadindo as letras espanholas e Espanha se estava convertindo também em um poder europeo dominante. No reino do emperador Carlos V, se publicou a primeira novela picaresca em 1554, o Lazarillo de Tormes, seu autor é desconhecido.
Os últimos anos do século XVI e a maioria do s. XVII foram os melhores anos da literatura espanhola e se conheceram como os anos dourados. A obra chave deste período é a magnifica prosa que escreveu Miguel de Cervantes Saavedra, Don Quijote de la Mancha..
Nestes anos também houveram grandes dramaturgos como: Lope de Vega Carpio, Tirso de Molina, Guillén de Castro e Bellvís, e Juan Ruiz de Alarcón. Calderón de la Barca foi o último e provavelmente melhor escritor da época.

Literatura neoclássica

No século XVIII o neoclassicismo francês influenciou enormemente na literatura espanhola. Houveram três autores que destacaram dentro do decline literario, foram: Leandro Fernández de Moratín, Ramón de la Cruz e o poeta Juan Meléndez Valdés.

O Romantismo

Com a morte de Fernando VII em 1833, o romantismo se propagou com muita rapidez, era de origem dramático mas superficial. Muitas das obras dos escritores mais importantes: Ángel de Saavedra, duque de Rivas, José de Espronceda, e José Zorrilla e Moral, foram muito originais em suas peças curtas..
Dois autores pos-românticos importantes foram Rosalía de Castro (que escrevia em gallego) e Gustavo Adolfo Bécquer.

Movimentos de finais do s. XIX e principios do s. XX

Benito Pérez Galdós dominou a novela realista durante a segunda metade do s. XIX, mas Pedro Antonio de Alarcón, José María de Pereda, Armando Palacio Valdés, Juan Valera e Alcalá Galiano, e Emilia Pardo Bazán também escreveram novelas de ficção muito importantes.
Mas foi em poesía onde se conseguiram mais conquistas. A lírica de Antonio Machado e do magnífico Juan Ramón Jiménez são das mais importantes e finas da língua. José Moreno Villa, Rafael Alberti, Vicente Aleixandre, Luis Cernuda, Jorge Guillén, Dámaso Alonso e muitos outros formaram uma geração de poetas brilhante; mas a figura mais cautivadora desta época foi o poeta e dramaturgo Federico García Lorca.

Geração de 98

A finais do século os escritores da Geração de 98 começaram a avaliar e revitalizar a vida cultural espanhola. Migue de Unamuno, ensaista, poeta, novelista e professor, enfatizou o aspecto quijotesco dos valores espanhois e exerceu grande influencia sobre a juventude espanhola. Azorín escreveu uns contos de grande qualidade. Ramón do Valle Inclán impregnou suas novelas e obras de teatro do sentido poético do fantástico e o raro. Pío Baroja e Nessi encheram suas novelas com um espírito feróz que rejeitava os valores tradicionais e tratava de influenciar as pessoas para que se "puzessem en movimento".

Desde a guerra civil até o presente

Durante a Guerra Civil muitos escritores como: Salinas, Guillén, Juan Larrea, etc, tiveram que ir ao exilio. Entre os novelistas que apareceram depois da Guerra está o Premio Nobel Camilo José Cela, Carman Laforet e José María Gironella. Salvador de Madariaga foi reconhecido como historiados e biógrafo. Nos anos 50 e 60 se viveu um regresso a normalidade política e literária.
Alguns escritores de renome desde a II Guerra Mundial são: Max Aub, Miguel Delibes, Juan Goytisolo, Ana María Matute, Rafael Sánchez Ferlosio, Luís Martín-Santos e Gonzalo Torrente-Ballester; os poetas: Manuel Altoaguirre e Gerardo Diego; e os dramaturgos: Antonia Buero Vallejo, Alejandro Casona e Alfonso Sastre. os escritores pos-franquistas refletiram em suas obras os desenvolvimentos da Europa, entre os mais importantes se encontram: Juan Benet, Carmen-Martín-Gaite, Eduardo Mendonza, Soledad Puértolas, Carmen Riera e Ana Maria Moix. Entre os dramaturgos: Férnando Arrabel, Antonio Gala, Fermín Cabal e Alonso de Santos. e entre os poetas: Ana Rossetti, Antonio Carvajal, Guillermo Carnero, Jaime Silas e Antonio de Villena.

Fonte:Espanhol biz



1. Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes

Esta obra de Miguel de Cervantes está entre as que foram traduzidas para mais idiomas, além de um dos clássicos literários best-seller. É considerada a obra mais célebre da língua espanhola e faz uma divertida paródia das histórias de paladinos e donzelas. O livro e a “triste figura” do seu protagonista são o símbolo do idioma espanhol. (Baixe aqui grátis a obra Dom Quixote de la Mancha)
 

2. Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

A saga da família Buendía é também a saga da hispano-américa, um relato cíclico das suas revoluções e conflitos. Fundadora da cidade de Macondo, lugar tão mítico e reconhecido ao longo da América Latina, o romance do colombiano Gabriel García Marquez ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1982. Mais de 30 milhões de cópias foram vendidas em diversos idiomas. (Leia aqui a entrevista com Jaime García Márquez)
 

3. O Capitão Alatriste, de Arturo Pérez Reverte

O espanhol Arturo Pérez Reverte, jornalista de guerra e membro da Real Academia Espanhola das Letras, soube juntar no mesmo texto a mais trepidante das aventuras de capa e espada e uma grande quantidade de informações históricas e literárias.
 

4. O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar

Inspirado no jogo infantil, o escritor Julio Cortázar desenvolveu um romance no qual o leitor é um usuário ativo que deve eleger os capítulos que vai ler. Um antecedente direto da forma de leitura fragmentada que se pode realizar atualmente por meio da internet. O livro conta a história de Horácio Oliveira e a Maga em Paris dos anos 60. Teve uma repercussão enorme na forma como os jovens dessa geração viveram o amor e as relações pessoais.
 

5. A Mulher Habitada, de Gioconda Belli

Com mais de 20 edições e traduzida para vários idiomas, o romance da escritora nicaraguense Gioconda Belli conta, entre os seus méritos, a visibilidade do papel da mulher nas lutas políticas das últimas décadas na América Latina. Vincula a resistência contra os conquistadores da indígena Itzá com a revolta contra a opressão ditatorial.
  

. Pedro Páramo, de Juan Rulfo

O romance de Juan Rulfo é uma das obras mais notáveis da literatura em espanhol, que alcançou fundir as mais complexas técnicas de narrativa da época com a visão singular da morte, característica do México. A aridez do deserto e a violência descritas no livro constroem uma atmosfera na qual é impossível delimitar onde começa o mundo dos vivos e onde começa o dos mortos. Um mundo onírico considerado uma das representações mais fiéis de muitos aspectos da realidade mexicana.
 

7. A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón

Esse romance do escritor Carlos Ruiz Zafón já superou mais de 10 milhões de exemplares vendidos e foi traduzido para dezenas de idiomas. As sequelas da Guerra Civil espanhola presentes na fachada da igreja de San Felipe Neri são uma mostra do cenário perigoso dessa história de intrigas e ocultações ao redor da queima de livros que mantém o leitor em suspense, como se trocar de página trouxesse tantos todos os riscos presentes em uma das esquinas escuras de Barcelona da primeira metade do século 20, período no qual se passa a história.
 

8. A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende

A escritora chilena Isabel Allende conta neste livro a turbulenta história recente do Chile, por meio dos personagens da família Trueba e sua convivência mágica com os fantasmas do passado. Um relato que, ainda que representativo, traz um completo cenário sociopolítico capaz de canalizar as experiências individuais. O livro se ganhou fama mundial e até mesmo um filme com a participação de estrelas como Antônio Banderas, Meryl Streep, Winona Ryder e Glenn Close.
 

9. Os Detetives Selvagens, de Roberto Bolaño

A vanguarda mexicana recebeu uma merecida homenagem com esse romance do chileno Roberto Bolaño, ganhador do prêmio Rômulo Gallegos, em 1999. Os personagens Ulisses Lima e Arturo Belano fundem arte e vida por meio de performances que acabaram por levar até o deserto de Sonora. Uma aventura selvagem no estilo “road movie”.
 

10. Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada, de Pablo Neruda

Ganhador do Prêmio Nobel em 1971, Pablo Neruda é conhecido principalmente por esse célebre conjunto de poemas de juventude. Inúmeros casais se aproveitam dos poemas de Neruda para declarar carinho e amor.
 
  Fonte:Universia

EXPRESSÕES E GÍRIAS












FONÉTICA EM ESPANHOL





FONÉTICA EM ESPANHOL

FONOLOGIA E FONÉTICA DO ESPANHOL DO SUL DO BRASIL

FONOLOGIA DA LÍNGUA ESPANHOLA

ORIGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA


ORIGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA

Originou-se do Latim vulgar falado por parte da população que constituía a Península Ibérica. Mais tarde recebeu o nome de castellano (castelhano) ou língua castellana (castelhana), por ocasião da residência dos reis no reino medieval de Castilla (Castela). Nos dias de hoje, embora o nome ainda seja referência, após a constituição da Espanha como nação e a tentativa de uniformizar o idioma do país, a língua foi oficializada como “espanhol”.

Mesmo o espanhol sendo a língua oficial, não é a única falada na Espanha. Existem outras línguas como, o catalán (catalão), o valenciano, o gallego (galego), o basco ou euskera e também inúmeros dialetos ou variações da língua oficial, entre eles o andaluz, o extremeño (extremenho), o murciano, o canario (canário). Estas línguas e os dialetos são primitivos de diferentes regiões da Espanha e possuem grande importância para a população local, mesmo sendo tratados como segunda língua são, por vezes, mais utilizados do que o espanhol.

No final do século XV, com as novas conquistas territoriais dos espanhóis, a língua expandiu-se por toda a América e sofreu inúmeras modificações, ora permanecendo dentro dos limites de uso popular e outras se propagando por todo o país. Estas ocorreram por questões geográficas, culturais e sociais de cada região, pela coexistência com as línguas indígenas locais e, ainda, pelas peculiaridades dos seus próprios falantes, na maioria soldados e imigrantes de diversas origens.

Assim, com todas as suas variedades, o espanhol tornou-se a língua materna de países como: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai, Venezuela, além de língua oficial na Guiné Equatorial (por ter sido colônia Espanhola na África), Filipinas (por ter sido colônia espanhola na Ásia) e na Espanha.

  A língua espanhola hoje é considerada a terceira língua mais falada no mundo e não se limita apenas aos falantes de língua materna, que já ultrapassa os 300 milhões de pessoas. Esse número cresce a cada ano pela quantidade de indivíduos que aprendem o idioma como uma língua estrangeira.

O inglês sustenta o primeiro lugar, seguido do mandarim, falado na China, que permanece em segundo lugar devido à quantidade de habitantes deste país, porém o espanhol se destaca no mundo comercial, principalmente na comunidade europeia, onde junto com o inglês são as línguas mais utilizadas. Outro dado interessante é que vem alcançando um número considerável de internautas, sendo atualmente a terceira língua mais utilizada na internet.

No Brasil, a proximidade com as fronteiras de países hispano falantes e o aumento das relações comerciais impulsionadas pelo MERCOSUL, levaram o governo brasileiro a introduzir a língua espanhola como oferta obrigatória nas escolas, através da Lei nº 11.161, em 05 de agosto de 2005.
Os nomes de alguns países quando escritos na língua espanhola podem sofrer pequenas modificações, para chamar a atenção fizemos a tabela abaixo:

 

Fonte: Brasil Escola

 

 ORIGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA


ESPANHOL NO MUNDO - DIALETOS


ALFABETO ESPANHOL

 

ÁRVORE GENEALÓGICAS DAS LÍNGUAS EUROPEIAS


http://extremisimo.com/wp-content/uploads/2008/02/arbol.JPG
Na Árvore Genealógica das línguas europeias ( espalhadas pelo mundo através de imigrações,guerras e conquistas),a língua espanhola é originada do ramo romance, tendo como língua mãe o Latim , do qual originou o romeno, o português, o italiano,o francês e o  catalão.
Fonte:http://extremisimo.com/wp-content/uploads/2008/02/arbol.JPG

ORIGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA




METODOLOGIA DE ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA (POLÍTICAS PÚBLICAS )







LEIAM TAMBÉM:OPÇÕES PELA LÍNGUA ESPANHOLA(ARTIGO)

 Metodologias e recursos para o ensino de Língua Espanhola

 

PRODUÇÃO DE TEXTO EM ESPANHOL







NOÇÕES DE ELEMENTOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL EM ESPANHOL

 

  LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL EM LÍNGUA ESPANHOLA (ARTIGO)

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM ESPANHOL

 

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM ESPANHOL I



INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS EM ESPANHOL II



 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

COMPREENSÃO DE TEXTO EM ESPANHOL






VÍDEOS DE COMPREENSÃO DE TEXTO EM ESPANHOL















PRONÚNCIAS




Pronúncias em Português e Espanhol





Gramática Espanhola (Noções)







Gramática Espanhola II (Noções)



AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A LÍNGUA PORTUGUESA E O ESPANHOL

  
AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A LÍNGUA PORTUGUESA E O ESPANHOL

A primeira grande diferença: são dois idiomas diferentes. Por isso, existen suficientes diferenças para diferenciá-los, diferenças que abrangem vários aspectos e não só a substituição do "lh" por "ll" ou de "o" por "ue" em palavras como "porta" ou "novo".

a) Fonologia.
O espanhol possui só 5 vogais: a, e, i, o, u. Todas elas são orais, não existem nasais. Não há diferença entre sons abertos e fechados.
Em português existem 7 vogais orais e 5 nasais, veja a grande diferença entre ambas as língas.
Não só existem mais sons vocalicos em português, mas consoantes. Em espanhol não existe o som do "j" ou "ge".
Oficialmente o son do "ch" não existe em espanhol, mas usamo-lo pelas palavras que vêm do inglês (como "shampoo" = "xampu").
O "r" do espanhol soa semelhante ao "r" português, não ao "r brasileiro" (da fala carioca).
Houve uma evoluição dos sons vocálicos abertos (é, ó) para ditongos. Por isso em espanhol é "puerta", "huevo", "madera" e não "porta", "ovo", "madeira".
Existem mais diferenças no aspecto fonético, mas só posso pensar nestas pelo momento.

b) Ortografia:
Em espanhol usa-se o "ñ" (chama-se de "eñe"). O son é similar (não idêntico) ao dìgrafo "nh".
O dígrafo "lh" do português representa-se como "ll" em espanhol, mas o son é diferente.
Nós falantes de espanhol só usamos um acento para as vogais (´). Não usamos nem circunflexo, nem grave, nem til. Também usamos o trema no "u" em palavras como "pingüino" ou "vergüenza" (pinguim, vergonha).
Muitas das palavras que em português começam com "f", em espanhol são con "h" (que não tem som). Por exemplo, "hablar"="falar", "hijo"="filho", "hacer"="fazer", "higo"="figo". Porém,"h" dentro da palavra sobreviveu. Por exemplo, "vehículo", "bahía", "prohíbido", "ahogar"
Não usamos o hífen.
Devem existir mais exemplos de diferenças ortográficas.

c) Vocabulário:
Cada idioma é diferente e por isso tem seu repertório de palavras prórpias. Seria impossível mencionar todas as diferenças nas palavras.

d) Morfosintaxe:
Alguns elementos gramaticais são muito diferentes.
Em espanhol já não usamos o futuro do subjuntivo. Sustituimo-lo pelo presente do subjuntivo ("Cuando llegue a la casa prepararé la cena" = "Quando chegar em casa prepararei o jantar").
Em espanhol temos mais um tempo pretérito (seria algo assim como "eu tive/houve falado"), porém, está deixando de ser usado.
Os pronomes oblíquos não cambiam suas formas em espanhol, como ocorre em português. ("Quiero comprarLO", "LO vi en la calle" em vez de "Quero comprá-lo", "Vi-o na rua").
Os possessivos não usam artigo em espanhol.
Os pronomes pessoais são diferentes, pois para nós, o equivalente de "você" é "usted" e é um pronome de tratamento. Usamos muito o "tu".

APRESENTAÇÃO




LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL




Apesar de ambos os idiomas apresentarem semelhanças,devido a sua origem ser comum , ambas oriundas do idioma latino,não significa que sejam iguais.Por exemplo:a palavra "esquisito" em espanhol significa gostoso ou delicioso( quando se degusta um alimento ) em português significa algo estranho.

Muitas pessoas escolhem o espanhol devido ser "mais fácil que o inglês".É mito!Um idioma só diverge do outro em relação as regras gramaticais e não ao vocabulário ou a ortografia.Se uma pessoa domina bem as regras da sua língua nativa, falará com certeza outras línguas.

Digo isto com propriedade,pois dos 11 aos 12 anos aprendí francês, no antigo curso ginasial.Aos 13 anos, o currículo na escola estadual mudou para o inglês que acompanhou até o nível médio.O francês nunca me deixou , pois desde os 12 anos eu leio em francês e em quase 40 anos a fala foi o de menos,tanto que com 36 anos andei pela França normalmente falando com todos, sem problema algum.
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Quanto ao inglês, eu investí em estudos , alcançando a fluência em 5 anos.Com este caldeirão todo,aprendí espanhol e japonês( tirando a escrita é mais fácil que o inglês).Enfim,falo inglês,francês,espanhol e japonês.

 Publiquei este blog ,para desmistificar a "facilidade" entre os dois idiomas,mostrando as particularidades e novidades sobre as diferenças entre a língua portuguesa e a língua espanhola.




Criador do Blog

Prof.Rogério Annanias Pires

 

Cursou Antropologia Social na FFLCH (USP).Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Braz Cubas.Pós Graduado em Comércio Exterior e Tecnologias e Educação à Distância.Pós-graduando em Psicopedagogia.