sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

FILMES EM ESPANHOL ( SESSÃO PIPOCA )




ASSISTA ESTES FILMES PARA TREINAR A AUDIÇÃO E O VOCABULÁRIO

El Cid 

El Cid é um filme ítalo-estadunidense de 1961, do gênero drama histórico e épico, dirigido por Anthony Mann.Parte do filme foi rodada no Castelo de Peníscola.
O filme apresenta a saga do lendário herói espanhol El Cid, que se notabilizou nas lutas contra os mouros no século XI.

 Elenco principal

Fonte: Wikipédia

https://www.youtube.com/watch?v=pWt1cFr56Ys
CLICK NA IMAGEM PARA ASSISTIR




 Todo és Mentira - de Pedro Almodovar


Todo é mentira (Tudo é uma mentira) é um filme de comédia Espanhol 1994 escrito e dirigido por Álvaro Fernández Armero e estrelado por Penelope Cruz, Coque Malla e Jordi Molla.   É o primeiro de uma série de dois filmes com "The Game Truth "(Verdade ou Desafio), sendo o último filme. Ambos os filmes explorar as complexidades das relações que incluem compromisso e a verdade nua e crua.

 

 Todo es mentira.jpg

 

 

BAIXE UMA GRAMÁTICA DA LÍNGUA ESPANHOLA-GRÁTIS















APRENDER ESPANHOL ATRAVÉS DE JOGOS



Aluna de Letras cria blog lúdico para o ensino de Espanhol


Com apenas 19 anos, Jade Neves coloca no espaço virtual experiências de uma década                 

16 de Setembro de 2012
Jhonathan Pino - jornalista


Foi em maio de 2011 que Jade Neves resolveu reunir em um blog todas as suas experiências no ensino da língua espanhola. Aquí Hablamos é um espaço virtual com jogos, filmes, dicas de sites e músicas voltadas para o ensino e aprendizagem da língua latina. Apesar de possuir 19 anos e de estar apenas em seu terceiro período do curso de Letras da Universidade Federal de Alagoas, a aluna semanalmente auxilia seus amigos interessados pelo idioma com ferramentas lúdicas de aprendizagem.
A ideia de criar o blog teve início quando ela tinha 15 anos e já passava suas primeiras instruções na língua para amigos de redes virtuais. “Há mais ou menos quatro anos, depois de pedidos de alguns colegas do site Livemocha, eu comecei a dar aulas online, tanto de espanhol como de português para estrangeiros. Então eu elaborava material e mandava para eles. Mas como estava perto de fazer o vestibular, tudo começou a ficar muito pesado para mim, então eu tive que parar por um tempo”, lembrou Neves.
Apesar de ser professora ainda em fase prematura, já havia seis anos que Jade se familiarizava com a língua espanhola. O Livemocha, sitío citado por ela, que oferta aprendizagem gratuita e colaborativa de diversas línguas, lhe proporcionou os primeiros contatos com pessoas de outras nações. Logo, muitos dos contatos viraram amigos e continuaram a aprender com o auxílio dela, a partir de outras ferramentas, como o Skype.
Foco nos alunos das Casas de Cultura
Jade teve sua primeira experiência em sala de aula em 2011 no Projeto Casas de Cultura no Campus. A partir de então ela passou a colocar no espaço muito do conteúdo que era dado nas suas aulas. Laureny Lorenço, coordenadora do projeto, relata que as atividades lúdicas são importantes para a motivação no processo de aprendizagem dos alunos.
“Há, atualmente, muitos espaços virtuais para a aprendizagem de idiomas. Muitos deles estão vinculados a cursos livres, ou escolas de idiomas. No entanto, os que mais me interessam são os criados para públicos “reais”. O que seria isso? Por exemplo, o “Aquí Hablamos” teve seu projeto pensado para os alunos da professora Jade e, como está muito bem elaborado, foi atraindo outras pessoas, não só os próprios alunos dela”, relatou Laureny.
Auxílio aos professores
Como forma de ajudar professores, Neves disponibilizou conteúdo específico para a categoria, como dicas de dinâmica e gramática. “Na verdade, está tudo muito conectado. Muitas coisas que eu preparo para alunos, também são interessantes para professores, como os jogos e atividades. Tanto os alunos podem baixar e usar em casa, para treinar o que aprenderam, e os professores podem levar para usar na sala de aula”.
Para Laureny, apesar destes espaços virtuais terem muito êxito com pessoas autodidatas, o auxílio dos professores é essencial. “Eu penso que para algumas pessoas, os chamados autodidatas, pode sim funcionar, ter eficácia. Porém, para a grande maioria dos estudantes de idiomas, o contato com o professor, com o ambiente da sala de aula e com a troca interpessoal, é o mais importante e mais eficaz quando falamos em aprendizagem de idiomas”, defendeu.






Aluna de Letras cria blog lúdico para o ensino de Espanhol
Jade Neves (centro) utiliza o blog para ampliar aprendizagem dos alunos do Projeto Casas de Cultura no Campus






SEMIÓTICA E A LÍNGUA ESTRANGEIRA



O QUE É SEMIÓTICA?

Semiótica também conhecida como semiologia, é o estudo dos signos, dos símbolos. Signos ou símbolos na forma de imagens. Por exemplo: quando vemos um sinal de trânsito, a percepção e a interpretação desse sinal são os objetos de estudo da Semiologia, ou Semiótica.A línguas estrangeiras são ensinadas ,com sucesso através deste processo.

COMO APRENDER A LÍNGUA ESTRANGEIRA ?





A imagem venceu a escrita?




LEIAM ESTES TRABALHOS ACADÊMICOS :








sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

LITERATURA ESPANHOLA


 

http://pt.slideshare.net/renatyynha/literatura-da-espanha



Literatura espanhola

Como uma das línguas mais importantes do mundo, o espanhol tem uma literatura muito rica. Aqui você vai poder aprender um pouquinho mais sobre as novelas espanholas, os dramas, os contos e a poesía.

Obras recentes em castellano

O poema épico do Mío Cid é o clássico mais importante da literatura espanhola, trata da vida e atos do héroe nacional Rodrigo Díaz de Vivar, também conhecido como Cid Campeador.
Os escritores mais importantes do século XIV foram: López de Ayala, o príncipe Don Juan Manuel, sobrinho do rei Alfonso X, cujo Livro dos exemplos do conde Lucanor e de Patronio foi o primeiro livro de contos em espanhol. e o poeta satírico Juan Ruiz.

O renascimento e a época dourada da literatura espanhola

O espírito do renascimento estava invadindo as letras espanholas e Espanha se estava convertindo também em um poder europeo dominante. No reino do emperador Carlos V, se publicou a primeira novela picaresca em 1554, o Lazarillo de Tormes, seu autor é desconhecido.
Os últimos anos do século XVI e a maioria do s. XVII foram os melhores anos da literatura espanhola e se conheceram como os anos dourados. A obra chave deste período é a magnifica prosa que escreveu Miguel de Cervantes Saavedra, Don Quijote de la Mancha..
Nestes anos também houveram grandes dramaturgos como: Lope de Vega Carpio, Tirso de Molina, Guillén de Castro e Bellvís, e Juan Ruiz de Alarcón. Calderón de la Barca foi o último e provavelmente melhor escritor da época.

Literatura neoclássica

No século XVIII o neoclassicismo francês influenciou enormemente na literatura espanhola. Houveram três autores que destacaram dentro do decline literario, foram: Leandro Fernández de Moratín, Ramón de la Cruz e o poeta Juan Meléndez Valdés.

O Romantismo

Com a morte de Fernando VII em 1833, o romantismo se propagou com muita rapidez, era de origem dramático mas superficial. Muitas das obras dos escritores mais importantes: Ángel de Saavedra, duque de Rivas, José de Espronceda, e José Zorrilla e Moral, foram muito originais em suas peças curtas..
Dois autores pos-românticos importantes foram Rosalía de Castro (que escrevia em gallego) e Gustavo Adolfo Bécquer.

Movimentos de finais do s. XIX e principios do s. XX

Benito Pérez Galdós dominou a novela realista durante a segunda metade do s. XIX, mas Pedro Antonio de Alarcón, José María de Pereda, Armando Palacio Valdés, Juan Valera e Alcalá Galiano, e Emilia Pardo Bazán também escreveram novelas de ficção muito importantes.
Mas foi em poesía onde se conseguiram mais conquistas. A lírica de Antonio Machado e do magnífico Juan Ramón Jiménez são das mais importantes e finas da língua. José Moreno Villa, Rafael Alberti, Vicente Aleixandre, Luis Cernuda, Jorge Guillén, Dámaso Alonso e muitos outros formaram uma geração de poetas brilhante; mas a figura mais cautivadora desta época foi o poeta e dramaturgo Federico García Lorca.

Geração de 98

A finais do século os escritores da Geração de 98 começaram a avaliar e revitalizar a vida cultural espanhola. Migue de Unamuno, ensaista, poeta, novelista e professor, enfatizou o aspecto quijotesco dos valores espanhois e exerceu grande influencia sobre a juventude espanhola. Azorín escreveu uns contos de grande qualidade. Ramón do Valle Inclán impregnou suas novelas e obras de teatro do sentido poético do fantástico e o raro. Pío Baroja e Nessi encheram suas novelas com um espírito feróz que rejeitava os valores tradicionais e tratava de influenciar as pessoas para que se "puzessem en movimento".

Desde a guerra civil até o presente

Durante a Guerra Civil muitos escritores como: Salinas, Guillén, Juan Larrea, etc, tiveram que ir ao exilio. Entre os novelistas que apareceram depois da Guerra está o Premio Nobel Camilo José Cela, Carman Laforet e José María Gironella. Salvador de Madariaga foi reconhecido como historiados e biógrafo. Nos anos 50 e 60 se viveu um regresso a normalidade política e literária.
Alguns escritores de renome desde a II Guerra Mundial são: Max Aub, Miguel Delibes, Juan Goytisolo, Ana María Matute, Rafael Sánchez Ferlosio, Luís Martín-Santos e Gonzalo Torrente-Ballester; os poetas: Manuel Altoaguirre e Gerardo Diego; e os dramaturgos: Antonia Buero Vallejo, Alejandro Casona e Alfonso Sastre. os escritores pos-franquistas refletiram em suas obras os desenvolvimentos da Europa, entre os mais importantes se encontram: Juan Benet, Carmen-Martín-Gaite, Eduardo Mendonza, Soledad Puértolas, Carmen Riera e Ana Maria Moix. Entre os dramaturgos: Férnando Arrabel, Antonio Gala, Fermín Cabal e Alonso de Santos. e entre os poetas: Ana Rossetti, Antonio Carvajal, Guillermo Carnero, Jaime Silas e Antonio de Villena.

Fonte:Espanhol biz



1. Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes

Esta obra de Miguel de Cervantes está entre as que foram traduzidas para mais idiomas, além de um dos clássicos literários best-seller. É considerada a obra mais célebre da língua espanhola e faz uma divertida paródia das histórias de paladinos e donzelas. O livro e a “triste figura” do seu protagonista são o símbolo do idioma espanhol. (Baixe aqui grátis a obra Dom Quixote de la Mancha)
 

2. Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

A saga da família Buendía é também a saga da hispano-américa, um relato cíclico das suas revoluções e conflitos. Fundadora da cidade de Macondo, lugar tão mítico e reconhecido ao longo da América Latina, o romance do colombiano Gabriel García Marquez ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1982. Mais de 30 milhões de cópias foram vendidas em diversos idiomas. (Leia aqui a entrevista com Jaime García Márquez)
 

3. O Capitão Alatriste, de Arturo Pérez Reverte

O espanhol Arturo Pérez Reverte, jornalista de guerra e membro da Real Academia Espanhola das Letras, soube juntar no mesmo texto a mais trepidante das aventuras de capa e espada e uma grande quantidade de informações históricas e literárias.
 

4. O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar

Inspirado no jogo infantil, o escritor Julio Cortázar desenvolveu um romance no qual o leitor é um usuário ativo que deve eleger os capítulos que vai ler. Um antecedente direto da forma de leitura fragmentada que se pode realizar atualmente por meio da internet. O livro conta a história de Horácio Oliveira e a Maga em Paris dos anos 60. Teve uma repercussão enorme na forma como os jovens dessa geração viveram o amor e as relações pessoais.
 

5. A Mulher Habitada, de Gioconda Belli

Com mais de 20 edições e traduzida para vários idiomas, o romance da escritora nicaraguense Gioconda Belli conta, entre os seus méritos, a visibilidade do papel da mulher nas lutas políticas das últimas décadas na América Latina. Vincula a resistência contra os conquistadores da indígena Itzá com a revolta contra a opressão ditatorial.
  

. Pedro Páramo, de Juan Rulfo

O romance de Juan Rulfo é uma das obras mais notáveis da literatura em espanhol, que alcançou fundir as mais complexas técnicas de narrativa da época com a visão singular da morte, característica do México. A aridez do deserto e a violência descritas no livro constroem uma atmosfera na qual é impossível delimitar onde começa o mundo dos vivos e onde começa o dos mortos. Um mundo onírico considerado uma das representações mais fiéis de muitos aspectos da realidade mexicana.
 

7. A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón

Esse romance do escritor Carlos Ruiz Zafón já superou mais de 10 milhões de exemplares vendidos e foi traduzido para dezenas de idiomas. As sequelas da Guerra Civil espanhola presentes na fachada da igreja de San Felipe Neri são uma mostra do cenário perigoso dessa história de intrigas e ocultações ao redor da queima de livros que mantém o leitor em suspense, como se trocar de página trouxesse tantos todos os riscos presentes em uma das esquinas escuras de Barcelona da primeira metade do século 20, período no qual se passa a história.
 

8. A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende

A escritora chilena Isabel Allende conta neste livro a turbulenta história recente do Chile, por meio dos personagens da família Trueba e sua convivência mágica com os fantasmas do passado. Um relato que, ainda que representativo, traz um completo cenário sociopolítico capaz de canalizar as experiências individuais. O livro se ganhou fama mundial e até mesmo um filme com a participação de estrelas como Antônio Banderas, Meryl Streep, Winona Ryder e Glenn Close.
 

9. Os Detetives Selvagens, de Roberto Bolaño

A vanguarda mexicana recebeu uma merecida homenagem com esse romance do chileno Roberto Bolaño, ganhador do prêmio Rômulo Gallegos, em 1999. Os personagens Ulisses Lima e Arturo Belano fundem arte e vida por meio de performances que acabaram por levar até o deserto de Sonora. Uma aventura selvagem no estilo “road movie”.
 

10. Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada, de Pablo Neruda

Ganhador do Prêmio Nobel em 1971, Pablo Neruda é conhecido principalmente por esse célebre conjunto de poemas de juventude. Inúmeros casais se aproveitam dos poemas de Neruda para declarar carinho e amor.
 
  Fonte:Universia

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